Quem lidera a pós-graduação no Brasil?
Resposta curta: ninguém isolado. E essa é a característica mais interessante do segmento. A pós é o mercado mais pulverizado do ensino superior brasileiro. Diferente da graduação, onde marca e capilaridade decidem, na pós o aluno escolhe por propósito.
Quem busca carreira corporativa procura um nome. Quem busca especialização técnica procura outro. Quem busca escala e acesso procura um terceiro.
O que se observa hoje é a convivência de quatro lógicas distintas, cada uma vencendo no seu próprio campo.
Premium institucional, ticket alto e marca como ativo: FGV, FDC, Insper, Saint Paul, Ibmec, PUC-RS, PUC-PR. Base menor, alto valor agregado. O cliente paga pela rede de relacionamento tanto quanto pelo conteúdo.
Verticalizado, profundidade em um nicho: a Afya é o caso mais claro. Crescimento robusto na base de pós ancorado exclusivamente em medicina. Marca virou referência onde a indústria generalista não consegue competir. É a mesma lógica que orienta a construção da Universidade do Agro: profundidade em um nicho, marca como referência setorial, sem disputar terreno com generalistas.
Escala com marca digital: Descomplica, Uninter, Faveni, Gran Faculdade, IPOG, UniBF e outros operam tickets competitivos com forte performance de aquisição. Provam que é possível construir marca em pós sem ser elite tradicional.
Tradicionais com capilaridade: os grandes grupos B3 (Yduqs, Cogna, Cruzeiro do Sul, Ânima, SER, Vitru) operam pós dentro de portfólios mais amplos. Cada um com sua aposta, do híbrido premium ao EAD em volume.
O ponto provocativo: nenhum modelo é universalmente superior. Quem tenta ocupar mais de um quadrante geralmente perde foco. Os que melhor performam são os que decidiram qual jogo querem jogar.
Pergunta para quem está no setor: dentro da sua instituição, vocês têm clareza sobre qual quadrante de pós ocupam? Ou ainda estão tentando atender todos os perfis com a mesma oferta?
Resposta curta: ninguém isolado. E essa é a característica mais interessante do segmento. A pós é o mercado mais pulverizado do ensino superior brasileiro. Diferente da graduação, onde marca e capilaridade decidem, na pós o aluno escolhe por propósito.
Quem busca carreira corporativa procura um nome. Quem busca especialização técnica procura outro. Quem busca escala e acesso procura um terceiro.
O que se observa hoje é a convivência de quatro lógicas distintas, cada uma vencendo no seu próprio campo.
Premium institucional, ticket alto e marca como ativo: FGV, FDC, Insper, Saint Paul, Ibmec, PUC-RS, PUC-PR. Base menor, alto valor agregado. O cliente paga pela rede de relacionamento tanto quanto pelo conteúdo.
Verticalizado, profundidade em um nicho: a Afya é o caso mais claro. Crescimento robusto na base de pós ancorado exclusivamente em medicina. Marca virou referência onde a indústria generalista não consegue competir. É a mesma lógica que orienta a construção da Universidade do Agro: profundidade em um nicho, marca como referência setorial, sem disputar terreno com generalistas.
Escala com marca digital: Descomplica, Uninter, Faveni, Gran Faculdade, IPOG, UniBF e outros operam tickets competitivos com forte performance de aquisição. Provam que é possível construir marca em pós sem ser elite tradicional.
Tradicionais com capilaridade: os grandes grupos B3 (Yduqs, Cogna, Cruzeiro do Sul, Ânima, SER, Vitru) operam pós dentro de portfólios mais amplos. Cada um com sua aposta, do híbrido premium ao EAD em volume.
O ponto provocativo: nenhum modelo é universalmente superior. Quem tenta ocupar mais de um quadrante geralmente perde foco. Os que melhor performam são os que decidiram qual jogo querem jogar.
Pergunta para quem está no setor: dentro da sua instituição, vocês têm clareza sobre qual quadrante de pós ocupam? Ou ainda estão tentando atender todos os perfis com a mesma oferta?

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